Tu já acordas-te? Não sabes nada!
Não consumo nada numa capital sem tusa
Fronteira cerrada, cimeira marada
Esta é a hora da Escusa!
Metam as cintas na suce
Que saco lá pró carnaval
Já tá amandar bitaites, fodace
Nesta pedreira brutal!
dizpensa
segunda-feira, fevereiro 21, 2011
quinta-feira, fevereiro 17, 2011
Bichinhos Carpinteiros

Devido à pressão exercida por uma produtora em processo de insolvência, aceitamos documentar “Bichinhos Carpinteiros”.
A produtora “Companhia Productions” que antes se dedicava à ficção, quer dedicar-se hoje ao cinema documental e agarrar histórias perdidas. Contamos com um novo membro, não oficializado, depositando nele alguma esperança no que diz respeito ao contacto com o nosso interveniente.
A promessa é que este documentário esteja terminado aquando a noite durar o mesmo tempo que o dia, no instante em que o sol, em sua orbita aparente cruzar o plano do equador celeste, podendo ver o Manuel Carpinteiro a dar flash.
É um projecto low-budget, não aceitamos apoios financeiros, mas aceitamos géneros enquanto estivermos em campo.
Dentro de dias o trailler...
segunda-feira, fevereiro 14, 2011
Poios
Depois de muitos meses sem corda, resolvemos ir até Poios, arejar o arnês e a corda.

Claúdia num super V
A equipa das meninas esteve em grande...

Joni a mostar como ainda sabe dar um nó de oito

Microondas com grande afluência e o Joni a dizer ao Sérgio (ver foto seguinte)
- Ainda andas nessa via master... eu dei-lhe 542 pegues mas já saquei...

- É hoje que a levo.... mas eu hoje saquei a bufo real a flash... tenho desculpa.

No final da escalada já havia restaurante reservado, com mesas corridas, às 21h tínhamos de ir até ao Cine Teatro ver a expedição concorrente que procurou chamuças por terras longínquas.

A plateia

O pequeno almoço de domingo em família


Buracas, Sérgio aquecer


Topas (não sei em que via)

Sérgio a tentar cansar a Equinócio


Bruno na via daqui a ali...lol...
Foi um bom fim de semana.
AB
PS: A conversa com o Sr. Manuel Carpinteiro fica para depois.

Claúdia num super V
A equipa das meninas esteve em grande...

Joni a mostar como ainda sabe dar um nó de oito

Microondas com grande afluência e o Joni a dizer ao Sérgio (ver foto seguinte)
- Ainda andas nessa via master... eu dei-lhe 542 pegues mas já saquei...

- É hoje que a levo.... mas eu hoje saquei a bufo real a flash... tenho desculpa.

No final da escalada já havia restaurante reservado, com mesas corridas, às 21h tínhamos de ir até ao Cine Teatro ver a expedição concorrente que procurou chamuças por terras longínquas.

A plateia

O pequeno almoço de domingo em família


Buracas, Sérgio aquecer


Topas (não sei em que via)

Sérgio a tentar cansar a Equinócio


Bruno na via daqui a ali...lol...
Foi um bom fim de semana.
AB
PS: A conversa com o Sr. Manuel Carpinteiro fica para depois.
segunda-feira, fevereiro 07, 2011
sexta-feira, janeiro 21, 2011
quarta-feira, janeiro 19, 2011
Tesourinhos do abismo II
Este fim de semana quando reviravamos o baú em busca de fotografias antigas para levar para um jantar jurássico encontramos...

Da esquerda para a direita, Pedrinho, Diana, Natália, Dora, Sérgio, Victor, atrás penso que será o Zé Luis e o Zé Filipe...1997 Picos da Europa, Ruta del Cares

Natália e Sérgio, 1997 Picos da Europa, ruta del Cares
Encontramos ainda uns álbuns de fotografia (analógica, Nikon F601) de uma das primeiras aventuras de corda simples. O primeiro post do abismo em 2004 é apenas texto.
http://abismobranco.blogspot.com/2004_10_01_archive.html
Deixamos agora algumas fotos das quais nos divertimos imenso a rever.

Taia e Sesa, estação superior do teleférico de Fuente Dé


El cablo

El cablo

Sesa no bivaque 12 em 2004

Taia no bivaque 12, em 2010

Sesa no início da via, “directa de los martinez”



Coitadinha da santinha

Acho que estava a sofrer, os pés de gato eram muito apertados e ainda tinha que destreprar até ao rapel, e sabia que quando os tirasse não os voltaria a calçar

Mais bem dispostinha...


Rapel

Estes hermanos salvaram-nos de fazer uma rapel mais artístico, eles estavam de corda simples e nós também... a corda deles estava um bocadinho degradada, mas para ensarilhas, ensarilhas e meio.

O refugio

Da esquerda para a direita, Pedrinho, Diana, Natália, Dora, Sérgio, Victor, atrás penso que será o Zé Luis e o Zé Filipe...1997 Picos da Europa, Ruta del Cares

Natália e Sérgio, 1997 Picos da Europa, ruta del Cares
Encontramos ainda uns álbuns de fotografia (analógica, Nikon F601) de uma das primeiras aventuras de corda simples. O primeiro post do abismo em 2004 é apenas texto.
http://abismobranco.blogspot.com/2004_10_01_archive.html
Deixamos agora algumas fotos das quais nos divertimos imenso a rever.

Taia e Sesa, estação superior do teleférico de Fuente Dé


El cablo

El cablo

Sesa no bivaque 12 em 2004

Taia no bivaque 12, em 2010

Sesa no início da via, “directa de los martinez”



Coitadinha da santinha

Acho que estava a sofrer, os pés de gato eram muito apertados e ainda tinha que destreprar até ao rapel, e sabia que quando os tirasse não os voltaria a calçar

Mais bem dispostinha...


Rapel

Estes hermanos salvaram-nos de fazer uma rapel mais artístico, eles estavam de corda simples e nós também... a corda deles estava um bocadinho degradada, mas para ensarilhas, ensarilhas e meio.

O refugio
segunda-feira, dezembro 27, 2010
Calcedónia
A chuva teimava em cair.
O feriado dia 1 de Novembro, intitula-se como "dia de todos os santos", esse dia não sendo o nosso procuramos aproveita-lo.
Já há muito tempo que dizíamos que quando chovesse havíamos de fazer uns treks pelo Gerês.
Ainda desafiamos pessoal, mas não estavam na onda "andarini", e lá fomos nós dar corda ao patim.
Escolhemos o a trilho da "Calcedónia"
http://no-geres.blogspot.com/2009/02/pr1-trilho-cidade-da-calcedonia.html











Até breve.
O feriado dia 1 de Novembro, intitula-se como "dia de todos os santos", esse dia não sendo o nosso procuramos aproveita-lo.
Já há muito tempo que dizíamos que quando chovesse havíamos de fazer uns treks pelo Gerês.
Ainda desafiamos pessoal, mas não estavam na onda "andarini", e lá fomos nós dar corda ao patim.
Escolhemos o a trilho da "Calcedónia"
http://no-geres.blogspot.com/2009/02/pr1-trilho-cidade-da-calcedonia.html











Até breve.
quarta-feira, dezembro 15, 2010
Nédia
Contêm "spoil"
PRÓLOGO
Há muito, muito tempo, todos éramos crianças irrequietas.
Ouvia-mos histórias sobre a maior parede de Portugal, das suas aproximações complicadas e retiradas épicas.
Há dois ou três anos tentamos lá ir, mas demoramos muitas horas a chegar à base da parede e tivemos que desistir.
Mais recentemente enquanto alguns ganhavam ritmo nos chalés dos Alpes, nós por cá treinavamos duro. Roçavamos mato às Segundas e Quartas. Rachavamos lenha às Terças e Quintas. Às Sextas sonhavamos, e sem muito fanatismo, se calhava, muito de vez em quando, escalavamos aos fins de semana. Em pouco tempo sentimo-nos preparados. Em alguns desses fins de semana calhou em ir-nos à vizinha Meadinha. Paravamos a olhar, da curva para a Nédia. Ficavamos simplesmente a olhar, em silêncio, com pensamentos vagos e dispersos que vagueavam entre o "dar para descer de bicicleta" até ao "é dificil lá chegar...".
PREFÁCIO
Cheios de concupiscência, e com tudo mais ou menos combinado, saímos de casa por volta das 8h da noite, combinados com o Marquinho em dormir no primeiro parque de terra.
Chegamos a Arcos de Valdevez e com uns cortes mal feitos (nunca tínhamos andado por ali de Noite) metemos por uns atalhos e 3 ou 4 horas depois estávamos em Melgaço. É tipo sair de Lisboa, ir tomar o pequeno almoço a Sintra para escalar na Fenda. Chegamos ao destino por volta da 1h da manhã. O Coelhitropo, fez uma visita ao Marquinho que o saudou ensonado, e com voz trémula de medo:
- ÉHH Coelhinhuuuu. - e adormeceu de novo.
Deitamo-nos e não eram mais do que 4:30 da manhã a Natália ouve metal a tilintar e diz:
- Sérgio acorda, o Cunha já está arrumar o material.
Saltamos de sobresalto para fora da tenda e era uma vaquinha com o seu chocalho.
- É uma Baca! Mas toca a por a pé que está na hora. Entretanto o Marco acorda também.

Taia a ouvir o Marco a organizar o material às 04.30 da manhã

Depois de vermos alguns guachinis.
CAPÍTULO 1
Deixa-mos um carro na Peneda e fomos noutro até Tibo.
Pegamos nas mochilas e com muita escuridão pusemo-nos a caminho por volta das 5:30h.

As radiações do coelhitropo a interferir com o equipamento fotográfico...

Já com menos radiações
Depois de atravessar o rio 3 ou 4 vezes decidimos abrir mato, afinal é o "caminho" certo.

Deveria ver-se alguém, mas a vegetação é bem agreste.
Chegamos à base da parede às 9 da manhã.

Sérgio a correr no primeiro largo
Fizemos os primeiros 2 largos em ensemble.


Taia no segundo largo

Marco no início do terceiro largo
O quarto largo é um problema de resistência.
Uma placa de 30 metros sem proteger que se fizer-nos embalados dá para correr em pé.
Tinha comido um chocolate e o Cunha tinha-me advertido que ia ter uma quebra, por causa do disparo da insulina.
Quando estava a meio deu-me a fraqueza, começaram-me a tremer as pernas, umas cãibras esquisitas e pensei, deve ser a quebra da insulina, estou tramado! ainda estamos no inicio e eu já arrebentei.

Taia no final do 4ºlargo, modalidade corrida na placa, é preciso ter fôlego.
Mas depois de ver os segundos a fraquejar igualmente, ganhei ânimo. Afinal aquilo era uma característica daquele largo.
Após isto, atravessamos o anel de mato, no qual vimos uns blocos bastante interessantes.
CAPÍTULO 2
O segundo anel visto da estrada aparenta ser mais a sério.

Sérgio e Marco no inicio do 5º largo (2ºanel)


Sérgio no quinto largo
Como as reuniões não são evidentes e à frente há sempre uma giesta mais grossa continuamos em ensemble até encontrar uma giesta jeitosa.

Marco a correr no sexto largo.
Neste largo saímos também em ensemble porque cordas de 60 metros numa parede com mais de 500 esgota-se a paciência para montar reuniões.

Cunha de croqui na boca, na reunião improvisada

Taia no sexto largo

As vistas

A reuniões na Nédia são de facto confortáveis.


Sérgio no largo das eras

Sérgio a espreitar se poderia entrar

O Sérgio no ânus do gigante, um largo que já dava que fazer

A reunião antes do off.dido

Marco no início do off with


Podería ter usado o número 6 se o tivesse-mos levado.

Depois do off with existe uma placa sem proteger de aí uns 20 metros.
O ideal é entalar uma mochila para as cordas dos 2ºs não caírem à fenda (ao chão).

Taia na placa depois do off.dido
(Nesta foto dá para ver o caminho que deverimoas ter tomado para chegar ao rio)

Cunha na reunião do off.dido

Cunha ao fundo, na recta final da corrida

Na última placa antes do cume


No cume

Já com a barraca montada no cume

A receber as boas vindas e a energia enviada pelo Coelhitropo
EPÍLOGO
Escalada, escalada, daquela com movimentos esquisitos, que se faz força e tudo! Tinha-mos feito muito pouca (cerca de 15 metros ao todo), mas eram quase 3h da tarde, tinha-mos entrado na parede à 6 horas e ainda nos faltava descer.

O regresso, a caminhada interminável



O vício
No final existe sempre a possibilidade de ensarilhar e é muito fácil perdermo-nos. Mas tivemos sorte, e do meio do mato vimos aparecer o caminho. Chegamos à Peneda por volta das 6h da tarde.

Acabadinhos de chegar à Peneda, onde encontramos o Cardi e a Cláudia.
POSFÁCIO:
Um prato onde a aproximação, a possibilidade de tresmalhar na descida e o horário global são os ingredientes a ter em conta.
Nada como um bom arroz de sarrabulho em Ponte de Lima, acompanhado com vinho verde para nivelar a tal da insulina...
PRÓLOGO
Há muito, muito tempo, todos éramos crianças irrequietas.
Ouvia-mos histórias sobre a maior parede de Portugal, das suas aproximações complicadas e retiradas épicas.
Há dois ou três anos tentamos lá ir, mas demoramos muitas horas a chegar à base da parede e tivemos que desistir.
Mais recentemente enquanto alguns ganhavam ritmo nos chalés dos Alpes, nós por cá treinavamos duro. Roçavamos mato às Segundas e Quartas. Rachavamos lenha às Terças e Quintas. Às Sextas sonhavamos, e sem muito fanatismo, se calhava, muito de vez em quando, escalavamos aos fins de semana. Em pouco tempo sentimo-nos preparados. Em alguns desses fins de semana calhou em ir-nos à vizinha Meadinha. Paravamos a olhar, da curva para a Nédia. Ficavamos simplesmente a olhar, em silêncio, com pensamentos vagos e dispersos que vagueavam entre o "dar para descer de bicicleta" até ao "é dificil lá chegar...".
PREFÁCIO
Cheios de concupiscência, e com tudo mais ou menos combinado, saímos de casa por volta das 8h da noite, combinados com o Marquinho em dormir no primeiro parque de terra.
Chegamos a Arcos de Valdevez e com uns cortes mal feitos (nunca tínhamos andado por ali de Noite) metemos por uns atalhos e 3 ou 4 horas depois estávamos em Melgaço. É tipo sair de Lisboa, ir tomar o pequeno almoço a Sintra para escalar na Fenda. Chegamos ao destino por volta da 1h da manhã. O Coelhitropo, fez uma visita ao Marquinho que o saudou ensonado, e com voz trémula de medo:
- ÉHH Coelhinhuuuu. - e adormeceu de novo.
Deitamo-nos e não eram mais do que 4:30 da manhã a Natália ouve metal a tilintar e diz:
- Sérgio acorda, o Cunha já está arrumar o material.
Saltamos de sobresalto para fora da tenda e era uma vaquinha com o seu chocalho.
- É uma Baca! Mas toca a por a pé que está na hora. Entretanto o Marco acorda também.

Taia a ouvir o Marco a organizar o material às 04.30 da manhã

Depois de vermos alguns guachinis.
CAPÍTULO 1
Deixa-mos um carro na Peneda e fomos noutro até Tibo.
Pegamos nas mochilas e com muita escuridão pusemo-nos a caminho por volta das 5:30h.

As radiações do coelhitropo a interferir com o equipamento fotográfico...

Já com menos radiações
Depois de atravessar o rio 3 ou 4 vezes decidimos abrir mato, afinal é o "caminho" certo.

Deveria ver-se alguém, mas a vegetação é bem agreste.
Chegamos à base da parede às 9 da manhã.

Sérgio a correr no primeiro largo
Fizemos os primeiros 2 largos em ensemble.


Taia no segundo largo

Marco no início do terceiro largo
O quarto largo é um problema de resistência.
Uma placa de 30 metros sem proteger que se fizer-nos embalados dá para correr em pé.
Tinha comido um chocolate e o Cunha tinha-me advertido que ia ter uma quebra, por causa do disparo da insulina.
Quando estava a meio deu-me a fraqueza, começaram-me a tremer as pernas, umas cãibras esquisitas e pensei, deve ser a quebra da insulina, estou tramado! ainda estamos no inicio e eu já arrebentei.

Taia no final do 4ºlargo, modalidade corrida na placa, é preciso ter fôlego.
Mas depois de ver os segundos a fraquejar igualmente, ganhei ânimo. Afinal aquilo era uma característica daquele largo.
Após isto, atravessamos o anel de mato, no qual vimos uns blocos bastante interessantes.
CAPÍTULO 2
O segundo anel visto da estrada aparenta ser mais a sério.

Sérgio e Marco no inicio do 5º largo (2ºanel)


Sérgio no quinto largo
Como as reuniões não são evidentes e à frente há sempre uma giesta mais grossa continuamos em ensemble até encontrar uma giesta jeitosa.

Marco a correr no sexto largo.
Neste largo saímos também em ensemble porque cordas de 60 metros numa parede com mais de 500 esgota-se a paciência para montar reuniões.

Cunha de croqui na boca, na reunião improvisada

Taia no sexto largo

As vistas

A reuniões na Nédia são de facto confortáveis.


Sérgio no largo das eras

Sérgio a espreitar se poderia entrar

O Sérgio no ânus do gigante, um largo que já dava que fazer

A reunião antes do off.dido

Marco no início do off with


Podería ter usado o número 6 se o tivesse-mos levado.

Depois do off with existe uma placa sem proteger de aí uns 20 metros.
O ideal é entalar uma mochila para as cordas dos 2ºs não caírem à fenda (ao chão).

Taia na placa depois do off.dido
(Nesta foto dá para ver o caminho que deverimoas ter tomado para chegar ao rio)

Cunha na reunião do off.dido

Cunha ao fundo, na recta final da corrida

Na última placa antes do cume


No cume

Já com a barraca montada no cume

A receber as boas vindas e a energia enviada pelo Coelhitropo
EPÍLOGO
Escalada, escalada, daquela com movimentos esquisitos, que se faz força e tudo! Tinha-mos feito muito pouca (cerca de 15 metros ao todo), mas eram quase 3h da tarde, tinha-mos entrado na parede à 6 horas e ainda nos faltava descer.

O regresso, a caminhada interminável



O vício
No final existe sempre a possibilidade de ensarilhar e é muito fácil perdermo-nos. Mas tivemos sorte, e do meio do mato vimos aparecer o caminho. Chegamos à Peneda por volta das 6h da tarde.

Acabadinhos de chegar à Peneda, onde encontramos o Cardi e a Cláudia.
POSFÁCIO:
Um prato onde a aproximação, a possibilidade de tresmalhar na descida e o horário global são os ingredientes a ter em conta.
Nada como um bom arroz de sarrabulho em Ponte de Lima, acompanhado com vinho verde para nivelar a tal da insulina...
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