Joni: Que é isso?
Taia&Zérgio: É assim tens montes de vias de escalada com graus diferentes e vai escalando e experimentando e à noite também tens vários palcos diferentes onde podes experimentar um pezinho de dança.
Joni: ok pode ser.
...................
Taia&Zérgio: Hello gaja
Pati&Simon: Oi gaja
Taia&Zérgio: Bamos ao Andanças?
Pati&Simon: Bamos lá.
Taia&Zérgio: Mas nós queremos fazer escalanças.
Pati&Simon: Tá bem e à noite vamos ao Andanças.
E assim foi a cambada juntou-se e foi passear e escalar, comer, rir, dançar, ensarilhar...

No primeiro dia Taia, Zérgio e Jony foram à descoberta das paredes da Pena (o Simon e a Pati iam ter connosco às paredes), a Carina ficou noutras Andanças.

Master Sérgio Sá
Depois de acontecer uma raridade, porque conseguimos encontrar com bastante facilidade o caminho certo para a aldeia da Pena, começamos a abrir a boca e a dizer.-Xiiiiiiii que giro, este sitio é lindo, bem que bonito...são estas coisas que eu adoro, a escalada permite-nos conhecer sítios fantásticos.

A belíssima aldeia da Pena bem lá no fundinho.
Lá descemos a estrada que nos levou à belíssima aldeia da Pena, uma aldeia com casas e telhados de xisto, uma aldeia de verdade uma aldeia Portuguesa.

Aldeia da Pena
Começamos logo tipo via sacra paramos logo num pequeno restaurante/café para nos ambientarmos às iguarias regionais.

A mítica tasca que paravamos sempre que subíamos e descíamos.

Sopa de letras, upsss já vi uma CT e acho que também tem iberian peonys ou pitonias


O abismo no seu melhor...olha o passarinho...

O croqui que podem pedir na tasca.
Depois de receber todas a as indicações para as paredes lá seguimos com o cuidado suficiente para não nos enganarmos e ir pelo caminho do morto que matou o vivo.
("No tempo em que a aldeia da Pena não tinha cemitério e estrada de acesso, os mortos eram transportados a pé numa urna até à aldeia de Covas do Rio. Numa destas viagens, o individuo que ia na parte de trás a transportar a urna escorregou e esta caiu-lhe na cabeça matando-o. Foi assim que o morto matou o vivo.")
Finalmente a escalada


Sérgio


Taia


Jony



Zérgio no 6b+


Taia no V+/6a

A Sharma


Jony no 6b+

Jony no du rapell e Taia a mirar aquele passinho mais delicado
No final da escalada ainda tivemos direito a uma banhoca numa piscina natural, por ser tão natural ainda tive direito a umas 1o mordidas de melgas que se tornaram megas hiper bobulhas.

Que motocross.....
À noite sim já voltamos ao estado normal e começamos a ensarilhar, na busca do restaurante onde tínhamos o jantar marcado no aniversário da javali Vanessa. Vira para ali vira para aculi e lá fomos dar, um jantar farto de tudo desde comida bebida animação e um preço inacreditável.
No final lá fomos ao Andanças dar um pezinho de dança, foi muito divertido. Juntamo-nos com a malta Márcio, Zé, Magno e ainda uns locals muito porreiros e foi a noite toda a curtir. xiexie.
No dia seguinte o sol não nos deixou dormir e as poucas horas de sono faziam-se sentir e arrastamo-nos literalmente de uma lado para o outro.
Acabamos novamente na tasca da aldeia da Pena, almoçamos e falamos até que ganhamos coragem as 4 da tarde (o sol dava nas paredes até às 3) e siga para cima fazer o pé à escalda.

Jony

Simon&Pati

Carina&Jony

O meu menino
O ex-libris deste dia foi o encadeamento do Zérgio na via de dois largos "empalhados" à vista, 6b duro sem presas para pés e muita forcinha de braços, vai não vai a coisa a escorregar mas lá se passaram aquelas três chapas onde os pés andavam nas orelhas e os braços inchados... Foi bom e valeu a pena grande via.

Zérgio no 6c+

Taia no segundo largo 6b+ bem durinho a patinar no xisto lisinho

O beijinho da praxe
Baixam-se o carvalho....